OS RATOS DO CELEIRO - A questão do aborto (parte 4)
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Artigo N.º 2008 - OS RATOS DO CELEIRO - A questão do aborto (parte 4)
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Postado em: 24/07/09 às 20:24:43 por: James
Categoria: Artigos
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IV - Verdadeira Estratégia de Dominação do Capitalismo Internacional
Quais, então, as verdadeiras motivações e quem está interessado na legalização do aborto?
Desde a época do Relatório que o secretário de estado norte-americano, Kissinger, preparou em 1974 (mas que foi divulgado para o grande público somente em 1989) o nosso Continente
latino-americano se tornou alvo do Imperialismo Demográfico dos países do primeiro mundo. Trata-se de uma nova forma dos países ricos manterem os países pobres sob sua dominação econômica e política. O capitalismo internacional, que já controla mundialmente a produção de
bens de consumo, sente a necessidade agora de passar a controlar a “produção” de seres humanos, para garantir a atual hegemonia político-econômica.

Algumas afirmações do Relatório Kissinger explicam bem o que está acontecendo:
”A economia dos EUA exigirá, cada vez mais, grandes quantidades de minerais do exterior, principalmente dos países menos desenvolvidos. Este fato dá aos EUA mais interesse na estabilidade política, econômica e social dos países fornecedores. Sempre que se diminui a pressão da população através da redução da taxa de natalidade aumenta-se a perspectiva de tal estabilidade, uma política de população torna-se importante para o suprimento de recursos e para os interesses econômicos dos Estados Unidos” (n° 43 do Relatório Kissinger).

“Há também o perigo de que alguns líderes dos países menos desenvolvidos vejam as pressões dos países desenvolvidos na questão do planejamento familiar (ou seja no controle da
natalidade) como forma de imperialismo econômico e racial; isto bem poderia gerar um sério protesto” (pág. 106 do mesmo).
“É vital que o esforço para desenvolver e fortalecer o envolvimento de líderes dos países menos desenvolvidos não seja visto por eles como uma política dos países industrializados para se utilizar de recursos e reduzir o poder de seus países ou para manter reserva de recursos para os países “ricos””(pág.144).

“Os EUA podem ajudar a diminuir as acusações de um movimento imperialista, por trás de seu apoio aos programas populacionais, declarando reiteradamente que tal apoio vem da
preocupação com”:
a) “o direito de cada casal determinar livremente e de maneira responsável o número e o espaçamento de seus filhos; e “
b) “o desenvolvimento social e econômico fundamental dos países pobres” (n° 115).
“Desenvolver um compromisso político e popular mundial na área do controle de população é de importância vital para uma estratégia eficiente. Isso exige que líderes importantes dos países menos desenvolvidos se envolvam com apoio e compromisso. Isso só ocorrerá se eles virem claramente o impacto negativo do crescimento populacional sem controle e acreditarem que é possível lidar com essa questão mediante ações governamentais. Os EUA devem incentivar os líderes dos países menos desenvolvidos a assumirem a liderança no avanço do planejamento familiar (ou seja, controle da natalidade)”. (n° 18)

E o relatório Kissinger foi bem claro: o meio mais eficaz para se controlar ou reduzir o crescimento populacional de uma nação é a legalização do aborto, muito mais eficaz do que a esterilização ou as práticas anticoncepcionais, para as quais já havia um forte investimento financeiro do primeiro mundo nos países do terceiro mundo. “Nenhum país já reduziu o crescimento de sua população sem recorrer ao aborto”(n° 182).

Se os ratos (povos latino-americanos) aumentassem de número, acabariam consumindo os “alimentos e bens naturais”, (entre eles todas as matérias primas que o primeiro mundo retira, quase de graça, do solo e subsolo da América Latina e do Brasil de modo especial) armazenados no celeiro (América Latina), e assim sobrariam menos “alimentos” para os donos do celeiro (EUA e Países Europeus). Ao passo que os ratos, tornar-se-iam numerosos, bem alimentados e bem educados, ocorrendo em conseqüência, a inversão do atual controle geo-político-econômico mundial. Daí a necessidade de se reduzir o número de ratos, através de todos os meios, entre os
quais, o controle da natalidade e o aborto.

Atrás de motivações como “direito da mulher” e “saúde pública”, que todos aceitam, está a ganância do capitalismo internacional, bem representado pelas fundações norte-americanas Ford, Mc Arthur, Rockfeller etc., que investem na formação de lideranças latino-americanas, que ganham bolsas de estudo nos EUA (Monica Roe da Colombia, Débora Diniz do Brasil, etc.), financiam os cursos do IPAS para treinar a cada ano mil médicos no Brasil para aprenderem as técnicas de aborto, e injetam anualmente no Brasil milhões de dólares sustentando ONGs feministas, como o Cfêmea, Anis, católicas pelo Direito de Decidir, Rede Feminista de Saúde, etc.. Há mais de quinze anos estas ONGs estão colocando seus membros nas universidades, nas repartições públicas da saúde e do ensino, monitoram os trabalhos do Congresso e conquistaram a grande mídia, que sempre defende os interesses de quem pode sustentá-las financeiramente. De fato jornais e TV sempre apresentam o aborto como solução boa e moderna. Finalidade, portanto, destas ONGs é
preparar o povo brasileiro a aceitar o aborto como solução boa e moderna.

Mas o que mais causa estranheza, em toda esta questão, é que o nosso atual governo, que se diz de esquerda e a favor do povo, aceitou, faz tempo, esta política anti-social, anti-patriótica, pois
fere a soberania nacional, desumana e injusta, que fará com que o Brasil continue dependente da hegemonia político-econômica do primeiro mundo.

Em dezembro de 2004, o presidente Lula assinou um documento intitulado PLANO NACIONAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES, publicado com o apoio do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher, órgão da ONU, favorável ao aborto, onde ele
declarou que seu governo assumia o compromisso de legalizar o aborto no Brasil (pág 64, prioridade n° 3.6) (http://200.130.7.5/spmu/docs/PNPM.pdf)

Aos 11 de abril de 2005, o governo Lula comprometeu-se a legalizar o aborto no Brasil em documento entregue à ONU. O documento chama-se Segundo Relatório do Brasil sobre o  Tratado de Direitos Civis e Políticos, apresentado ao Comitê de Direitos Humanos da ONU
(pág.12/13) http://www.ohchr.org/english/bodies/hrc/hrcs85.htm)

No mesmo mês de abril de 2005 o governo instalou uma COMISSÃO TRIPARTITE, composta de 18 membros, que elaborou um Projeto de Lei que eliminaria todos os artigos do Código Penal que criminalizam o aborto exceto no caso em que este "fosse provocado sem o
consentimento da gestante", ou seja o aborto poderia ser realizado por qualquer motivo e até ao nono mês de gestação . Embora tivesse sido propositalmente excluída da Comissão Tripartite a participação das entidades defensoras da vida e contrárias à legalização do aborto, entre elas a CNBB, o governo sempre insistiu em dizer que esta Comissão representava democraticamente todos os segmentos da sociedade brasileira.
(http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=66934).

Este projeto constitui o substitutivo do PL 1135/91, em discussão na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara. No 13º Encontro Nacional do PT ocorrido em São Paulo entre os dias 28 e 30 de abril de 2006, a descriminalização do aborto foi incluída como diretriz do programa de governo para o segundo mandato do presidente Lula, incorporada no n° 35 das Diretrizes do Plano de Governo.

Os interesses do capital estrangeiro parecem ser mais importantes e mais respeitados pelo nosso governo do que os interesses do povo brasileiro, na sua legítima aspiração de verdadeira independência também geo-econômica-política do primeiro mundo.
Dra. Maria D. Dolly Guimarães - Presidente da Federação Paulista dos Movimentos em Defesa
da Vida - FEMOV.


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