Papa outorga a primeira Rosa de Ouro a uma Imagem de Nossa Senhora na Espanha
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Artigo N.º 3432 - Papa outorga a primeira Rosa de Ouro a uma Imagem de Nossa Senhora na Espanha
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Postado em: 24/10/09 às 00:53:46 por: James
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Nossa Senhora da Cabeça, patrona da diocese de Jaén

JAÉN, sexta-feira, 23 de outubro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI outorgou a Rosa de Ouro a Nossa Senhora da Cabeça, patrona da diocese de Jaén, que se converte assim na única imagem mariana na Espanha que recebeu esta condecoração pontifícia.


O bispo de Jaén, Dom Ramón del Hoyo, mostrou, nesta quarta-feira em coletiva de imprensa, a Rosa de Ouro.


Trata-se de uma rosa de ouro com flores, botões e folhas, colocada em um vaso de prata renascentista em um estojo adornado com o escudo papal.


Tem uma inscrição em latim que diz: "Bento XVI. Rosa de Ouro. Para a imagem da Bem Aventurada Nossa Senhora da Cabeça, Patrona Celestial da Diocese de Jaén. Concessão benigníssima".


O bispo de Jaén havia solicitado a Rosa de Ouro ao Santo Padre por ocasião do Ano Jubilar que celebra a diocese de Jaén em honra de sua patrona no centenário de sua coroação canônica.


Ao formular este pedido, Dom Del Hoyo alegou que em sua honra se celebra a romaria mais antiga da Espanha e que milhares de fiéis lhe professam devoção.


Para comemorar o cinquentenário de sua proclamação como patrona da diocese de Jaén, Nossa Senhora da Cabeça será levada no próximo mês de novembro do Santuário de Sierra Morena, em Andújar, para a catedral de Jaén.


Ali permanecerá de sábado, 14, até domingo, 22 de novembro, e durante sua presença na catedral acontecerão diversos atos litúrgicos, pastorais, formativos e culturais.


Durante a estadia da imagem na catedral, Dom Del Hoyo, em nome do Papa, colocará a Rosa de Ouro aos pés de Nossa Senhora da Cabeça. Posteriormente, o símbolo continuará junto a sua imagem no Santuário do Cerro del Cabeza.


História da Rosa de Ouro


A Rosa de Ouro é um reconhecimento do Papa a personalidades católicas proeminentes que experimentaram uma evolução significativa.


Inicialmente o recebiam reis e dignatários, depois quase exclusivamente rainhas. E ultimamente, Nossa Senhora em algumas de suas invocações. A distinção foi criada pelo Papa Leão IX em 1049.


Entre as rainhas que a receberam se encontram Maria Cristina da Áustria, rainha regente da Espanha (de Leão XII, 1886); Isabel I do Brasil (de Leão XIII, por libertar os escravos em 1889), e Victoria Eugenia, consorte de Alfonso XIII em 1914, por Bento XV.


Em tempos mais recentes, depois do Concílio Vaticano II, a condecoração pontifícia passou a ser presente dos papas a Nossa Senhora: Fátima em 1965 por Paulo VI; Aparecida no Brasil, em 1967 por Paulo VI; de Luján em 1982 por João Paulo II; de Guadalupe; de Loreto; da Evangelização em Lima, Peru, em 1988, por João Paulo II; de Jasna Gora em Czestokowa, Polônia, em 2006 por Bento XVI; Aparecida no Brasil, em 2007, por Bento XVI, e Pompéia na Itália, em 2008, por Bento XVI.


Sobre a "Rosa de Ouro", existe um belo relato romântico, escrito no século XIX pelo escritor espanhol Leopoldo Alas (Clarin), centrado neste presente papal e no roubo que sofreu a igreja de São Maurício e Santa Maria Madalena, em Hall (Europa Central), onde se guardava, como o tesouro que era, uma "rosa de ouro" (gemacht vonn golde, diz um antigo código) presente de Leão X à Igreja que se estendia por aqueles lugares.


Segundo este relato, que provavelmente se baseia em lendas do lugar, a rosa foi roubada da igreja por um jovem para dá-la à dama de seus amores.


Esta, quando se deu conta da loucura do jovem, peregrinou a Roma para devolvê-la ao Papa. O bispo de Roma reteve a rosa, tranquilizou a jovem e a devolveu a seu país com uma generosa esmola para a viagem e para aquela igreja.


Anos depois, a rosa chegou como presente do Papa a Maria Blumengold, que assim se chamava a peregrina.


O Papa abençoava antes da Páscoa, no domingo de Laetare, as rosas de ouro, que logo enviava, com suas embaixadas, a rainhas e outras damas ilustres que se haviam distinguido na proteção à Igreja ou na defesa dos fracos; também às igrejas prediletas e às cidades amigas.


Fonte: zenit.org



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