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Artigo N.º 6860 - Bartolomeu I: «unidade no amor deve ser também na fé e na verdade»
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Postado em: 15/12/10 às 21:01:50 por: James
Categoria: Destaque
Link: http://www.espacojames.com.br/?cat=41&id=6860
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Espacojames: E as profecias estão se cumprindo... No dia em que a Igreja de Cristo se unir novamente (o que não demorará muito tempo devido as constantes discursões sobre o assunto), na minha opinião será um dos indícios de que a segunda volta de Jesus estará muito próxima de acontecer. São mais de 900 anos separados, para unir novamente só mesmo pelo poder de Deus.

Sobre a divisão da Igreja: A Igreja Ortodoxa e a Igreja Católica Apostólica Romana separaram-se no século XI [2]. Por essa razão os ortodoxos não reconhecem a autoridade do Papa, não aceitam os dogmas proclamados pela Igreja Católica Romana em séculos recentes, tais como o da Imaculada Conceição e o da infalibilidade papal, e não consideram válidos os sacramentos ministrados por outras confissões cristãs.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Ortodoxa

 


Artigo enviado ao espacojames por Vânia

 

CONSTANTINOPLA-Istambul, quinta-feira, 2 de dezembro de 2010 (Fonte: ZENIT.org) - «A unidade no amor não é de nenhum benefício se não é ao mesmo tempo uma unidade na fé e na verdade»”, afirmou o Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, na última terça-feira, durante as celebrações da festa de Santo André, dirigindo-se ao presidente do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos, Cardeal Kurt Koch, que participou, em representação do Papa, como líder da delegação do Vaticano, na Divina Liturgia da festa do Patrono do Patriarcado Ecumênico, na Igreja de Patriarcal de São Jorge em Fanar.

Citando o Apóstolo São Paulo, S. Santidade destacou que precisamente «sendo sinceros no amor, segundo a exortação do apóstolo, mantemos este diálogo teológico por decisão unânime de todas as Igrejas Ortodoxos Autocéfalas para examinar, em amor e sinceridade, tanto as questões teológicas que unem como as que ainda dividem, ‘até que cheguemos todos à unidade da fé’». Bartolomeu I explicou ainda que o Patriarcado Ecumênico acompanha «com crescente interesse o desenvolvimento deste diálogo teológico». «Oramos pelo êxito, especialmente durante a fase atual, na qual estão debatendo temas controversos, que no passado se mostraram como causa de conflito agudo entre nossas Igrejas», assegurou. Neste sentido, referiu-se à recente sessão plenária da Comissão mista de diálogo, realizada em Viena sob a presidência conjunta do Cardeal Koch e o Metropolitano Ioannis de Pérgamo, que abordou o papel do Bispo de Roma na comunhão da Igreja no primeiro milênio. Bartolomeu I disse ao Cardeal Koch desejar «sua cooperação com nosso Patriarcado Ecumênico para a futura melhoria das relações fraternas entre nossas Igrejas, para benefício da promoção da unidade, pela qual Nosso Senhor orou a seu Pai imediatamente antes de sua Paixão».

O Patriarca expressou sua gratidão aos líderes eclesiásticos que trabalharam pela causa da unidade, em concreto os Papas Paulo VI e João Paulo II; os Patriarcas Ecumênicos Athenagoras e Dimitrios; os presidentes do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos, os Cardeais Augustino Bea, Johannes Willebrands, Edward Cassidy, Walter Kasper e seus colaboradores, entre eles o Bispo Pierre Dupre e Dom Eleuterio Fortino. Com eles, destacou Bartolomeu I, «as relações entre nossas Igrejas se cultivaram ainda mais através do respeito mútuo e amor fraterno».

Em seu discurso, o Patriarca Ecumênico indicou que os santos padroeiros das Igrejas Ortodoxa e Católica Romana, os irmãos André e Pedro, «não somente estavam unidos pelo sangue, mas especialmente pelo infinitamente mais significativo vínculo com Cristo e a comunhão em Cristo».

Na celebração da festa de Santo André, o Cardeal Koch também leu a mensagem do Papa Bento XVI dirigida a Bartolomeu I, na qual destacava a necessidade de continuar progredindo até a plena comunhão entre ortodoxos e católicos.


Fonte: http://www.ecclesia.com.br/news/?p=5338



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