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Artigo N.º 6216 - VESTES IMODESTAS - Cruzada Mariana pela pureza - Capítulo IV
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Postado em: 16/09/10 às 10:17:12 por: James
Categoria: Artigos Enviados
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QUESTÕES SOBRE OS PADRÕES MARIANOS

AO TENTAR IMITAR MARIA COMO MODELO, NÃO NOS TORNAREMOS FORA-DE-MODA?

Maria não pede a nenhuma mulher que use os ESTILOS de traje em voga nos Seus dias, mas “O que Maria Aprova” para nossos dias. A modéstia não está diretamente relacionada com o tipo, estilo, ou corte do vestido, mas com a correta cobertura para o corpo.

“Fora de moda” é uma palavra de ordem muito efetiva criada pelo Demônio da Impureza para tirar o juízo de muitas mulheres. Ele até tem sucesso em aliciar Católicas em posições responsáveis para que se sintam ridicularizadas perante os olhos das feministas escravas das modas pagãs.

Eis um exemplo:

Um articulista da ‘Revista Homilética e Pastoral’ de dezembro de 1955, fez o seguinte comentário escarnecedor sobre uma escola Católica tentando popularizar o modo de vida Mariano: “Leitores indignados escreveram ao TIME (revista americana) para protestar contra a sinistra trama papista para vestir as mulheres americanas como Dona Benta...”.

OS PADRÕES MARIANOS NÃO LEVAM AS MULHERES A SEREM MODESTAS DE MODO ‘RIDÍCULO’?
O diabo odeia mulheres “discretas, modestas e excelentes”. Portanto, ele recorre à chavões e palavras de ordem, procurando levar as mulheres a aceitar roupas imorais por medo do ridículo. O diabo associa a palavra “modéstia” com “trajes de Dona Benta” e tenta fazê-las crerem que a Cruzada Mariana defende saias abaixo do tornozelo – jamais um centímetro a menos – e colarinhos até o queixo.

Muitas Católicas têm um medo mórbido do ridículo, e permitirão que o diabo as conduza docilmente para escapar do ridículo. Contudo, ridículo não é um argumento de modo algum. Freqüentemente é o único recurso de pessoas que não estão sinceramente querendo ver a verdade. Os Cruzados Marianos, desafiando esta arma mortal do ridículo, “ousam ser diferentes”.

MAS OS PADRÕES MARIANOS NÃO TORNAM AS MULHERES ESCRUPULOSAS?
Não são as regras estritas que tornam as pessoas escrupulosas. Ao contrário, é a confusão causada por aqueles que aboliriam todos os padrões que leva ao escrúpulo e à confusão das consciências.

A Cruzada Mariana não pede que as mulheres carreguem uma trena com elas quando forem comprar roupas, como alguns críticos têm estupidamente insinuado ao referir-se aos Padrões Marianos como sendo “a modéstia da trena”. Tudo que as mulheres necessitam é de bom senso combinado com uma consciência séria para aplicar os Padrões Marianos ao comprar vestimentas.

Os Padrões Marianos se propõem a servirem de guia. Devido à variedade de cortes, e os vários graus de ângulos e curvas encontrados na variedade de estilos à venda no mercado, a exatidão matemática ao aplicar os Padrões Marianos não é sempre possível. Em tais casos, a “letra da lei” deve ser interpretada como sendo o “espírito da lei”. Desta forma, uma ‘gola em V’ pode ser mais curta que o limite dos cinco centímetros; mas se a mesma for bem estreita, pode ser mais modesta do que um corte mais largo com cinco centímetros. Uma mulher com uma consciência Cristã normal dificilmente sofrerá de escrúpulos neste caso. Se ela estiver sinceramente tentando seguir os Padrões Marianos tão próximo quanto possível, ela não terá dramas de consciência com relação a pequenas discrepâncias. Por outro lado, ela não se permitirá qualquer desvio de discrepância intencional dos Padrões Marianos.

OS TRAJES MARIANOS PODEM SER ATRAENTES PARA UMA MULHER OU JOVEM?
Primeiramente, notemos que para as escravas da moda “atraente” e “última moda” são sinônimos. Para tais mulheres, o traje mais destacado é considerado “atraente” desde que seja do “último modelo”.

Antes de meados da década de 60 a manga Mariana de “um quarto de comprimento” era debochadamente vista: “Quem queria ser vista em tais trajes de ‘Dona Benta’?” Somente trajes sem manga eram considerados “atraentes” por muitos. Então, da noite para o dia mangas totalmente compridas apareceram à venda nas lojas como sendo de última moda, e estes trajes de “Dona Benta” foram novamente considerados “atraentes” e como tais aceitos.

Uma década ou duas antes – e isto seria incrível se não tivesse realmente acontecido – a saia até os tornozelos, a mais exagerada vestimenta do tipo “Dona Benta” do último século, foi desenterrado e declarado “atraente” e “da última moda” em nossos dias. A partir de então, por muitos anos, a noiva elegante acreditou que não poderia estar atraentemente vestida exceto neste estilo “Dona Benta”.

Portanto, a palavra “atraente”, como é usada pelos fiéis da moda, é um disfarce para a vaidade pecaminosa. Naturalmente, um traje MODESTO bem desenhado é sempre atraente para os olhos das pessoas modestas. Naturalmente, um traje imodesto é sempre “atraente” para os olhos imodestos – desde que seja a “última moda”. Assim, São Paulo escreve, “O homem lascivo não percebe as coisas que são do espírito de Deus” (I Cor. II, 14).

OS PADRÕES MARIANOS APLICAM-SE SOMENTE PARA ROUPAS FEMININAS? E QUANTO ÀS ROUPAS MASCULINAS?
Os Padrões Marianos forma publicados pelo Vigário Cardeal de Roma para serem aplicados para roupas femininas. Certamente, os homens são igualmente direcionados pare a modéstia, tal como o são as mulheres. Contudo, existe uma diferença de padrões baseado na diferença natural entre os sexos. Assim, um traje de basquetebol que é de alguma maneira muito escandaloso para mulheres, pode ser modesto para homens.

A assim chamada “igualdade das mulheres com os homens em todas as coisas” é um mito. Igualdade entre os sexos em conformidade com a natureza dos respectivos sexos, por todas as formas deve ser respeitada. Mas não o falso “feminismo”, que é promovido pelo Naturalismo e o qual ignora as diferenças naturais entre os sexos.

A razão pela diferença de padrões merece ser repetida: a atração feminina pelo homem é mais psicológica; a atração masculina pela mulher é mais física. Portanto, o homem é muito mais facilmente tentado por trajes femininos escandalosos do que vice-versa.

De modo algum, contudo, está um homem isento da virtude da modéstia. A modéstia masculina é necessária hoje em dia, tanto quanto a feminina. Mas o fato permanece que os Padrões Marianos foram prescritos especificamente para mulheres e jovens. A Santa Sé ainda não considerou necessário prescrever padrões para homens e moços. Apesar de que, revelações particulares, que foram dadas para nosso direcionamento em tempos em que são mais necessários, foram muito explícitas sobre trajes masculinos. Nossa Abençoada Mãe tem declarado que roupas apertadas que destacam o corpo não devem ser usadas. Nossa Senhora também declarou que os homens devem usar roupas mais escuras e mais folgadas. Cores brilhantes e berrantes em camisas e calças não devem ser usadas por homens. Ela também alertou contra calças e camisas xadrez e com flores. Homens deveriam usar cores escuras e sem estampa. Tecidos brilhantes e estampados pertencem ao guarda-roupa feminino.

OS PADRÕES MARIANOS APLICAM-SE TAMBÉM PARA ROUPAS ATLÉTICAS E PARA GINÁSTICA?
Sim. O Santo Padre insiste que moças estejam “plenamente vestidas” para jogos e competições, em instruções especiais em 12 de janeiro de 1930. “Os pais devem manter suas filhas afastadas de competições e jogos públicos; mas se suas filhas forem compelidas a participarem de tais exibições, garantam que estejam plena e modestamente trajadas. Nunca permitam que suas filhas usem vestimentas imodestas”.

Apesar de todas as ordens de Roma, entretanto, os trajes de ginástica na maioria das escolas Católicas são escandalosos; apesar do Papa ordenar que “os Superiores e professoras façam o máximo para instilar o amor pela modéstia nos corações das moças confiadas a seus cuidados e exalta-as a vestirem-se com modéstia”. (ibid.)

Entretanto, mesmos nossas escolas Católicas começaram a macaquearem modas pagãs. Em torno de 1956 roupas de ginásticas Marianas já não estavam mais disponíveis no mercado, tendo sido rotuladas como impraticáveis ou impeditivas para um jogo esportivo eficiente. O nudismo pagão cresceu a tal ponto nos esportes é facilmente visto nos trajes das competições internacionais (Observem as ginastas femininas, nadadoras e esquiadoras nas Olimpíadas!), em nome da estética, maior exatidão nos movimentos, menor resistência do vento ou da água (atletismo, ciclismo, natação). Deveríamos também considerar os trajes escandalosos de outras recreações populares, tais como aeróbica, ioga, ballet, etc.

QUE REGRAS SE APLICAM A SUÉTERS, TRAJES DE RECREIO, TRAJES DE PRAIA, TRAJES ESPORTIVOS E TRAJES DE BANHO?
As mesmas duas regras básicas aplicam-se: suficiente cobertura e manequim adequado. Trajes de banho de duas-peças estão descartados, naturalmente. Com relação à cobertura, o ideal Mariano requer o mesmo nível de cobertura, não importando que tipo de vestimenta seja. Não é, em princípio, o tipo da roupa feminina que a faz modesta ou imodesta, nem o estilo. Ao contrário, a modéstia tem a ver com a ocultação correta do corpo. Neste aspecto, TODOS os estilos modernos de trajes de banho violam os padrões Marianos de modéstia ao vestir! (Especialmente ofensivo é o ‘spandex’). Além disto, banhos públicos violam a modéstia, pois se tornam uma festa diabólica para os olhos, alimentando abrasivamente a concupiscência, assim como qualquer vestimenta, não importa quão modesta seja, torna-se imodesta e fisicamente exposta quando molhada. No ideal Católico, porém banhos familiares privados são aceitáveis, se realizados com uma camisa folgada e bermudas ou traje equivalente. Não há nada questionável com recreação familiar privada, ao contrário do exibicionismo público secular tão disseminado hoje.

O QUE DEVE SER DITO DA TEORIA: “AQUILO QUE É IMODESTO NAS RUAS PODE PERFEITAMENTE SER MODESTO NA PRAIA?”.
Este é um dos princípios defendidos pelos discípulos da assim chamada “modéstia relativista”. Faz com que a modéstia dependa menos de sua base real – ocultar a exposição do corpo – do que de circunstâncias temporais, espaciais e de ocasião. A modéstia relativista provê uma escala móvel para medir a modéstia, a qual traz um grande componente de sofismo. É normalmente usada como um mecanismo a calhar para escapar das obrigações naturais da modéstia.

Alguns liberais interpretam as prescrições de São Tomás de Aquino para vestir-se de acordo com as circunstâncias temporais, espaciais e ocasionais como uma aprovação das modernas modas semi-nudistas. Eles deveriam ter mais conhecimento. São Tomás referia-se aos trajes modestos em voga no século XIII. É estúpido falar que ele se referia aos nossos vestidos sem alça, shorts, biquínis, etc. Como poderia ser, se estes são trajes do século XX?

A Cruzada Mariana desafia a razoabilidade deste princípio. Seus proponentes deveriam apresentar-se com um argumento razoável, ou considerá-lo outro sofisma.

EXISTEM ARGUMENTOS POSITIVOS PARA REFUTAR ESTE PRINCÍPIO?
Sim. Este mecanismo estabelece padrão duplo para a modéstia pública: um para shorts de banho, outro para shorts de rua; um permitindo somente frente-única, o outro requerendo maior cobertura. Duplo padrão leva à confusão de padrões, ou um nivelamento por baixo dos padrões superiores. Atualmente a tendência é crescente para permitir como “costume” à aparição nas ruas com trajes de banho. Aqui vemos o “mecanismo de fuga dos requisitos naturais da modéstia” em ação. Os pronunciamentos do papa Pio XII declaram que “Um modo de vestir indecente tem prevalecido”. Sem distinção de lugar, “nas praias, no campo, em quase todo lugar, nas ruas, etc.” (20 de agosto de 1954).

Além disto, Sua citação do “antigo poeta” como dizendo que “o vício necessariamente segue após a nudez pública” (Ibid.) aplica-se a todos os lugares, praia ou onde quer que seja. Modernistas americanos chocar-se-ão em saber que Sua Eminência Enrique Cardeal Pla y Daniel, Arcebispo de Toledo, Espanha, publicou as seguintes diretrizes em 1959: “Um perigo especial para a moral é representado pelos banhos públicos nas praias, em piscinas e rios... Banhos mistos entre homens e mulheres que são quase sempre uma ocasião próxima de pecado e escândalo, devem ser evitados”.

O argumento que “Trajes de banho baseados nos Padrões Marianos não são práticos,” não se sustentam. Eles eram práticos o suficiente anos atrás, antes que os ditadores da moda ousassem fazê-los escandalosos. Por que deveriam ser considerados não práticos atualmente? A experiência mostra que, se um desenhista de moda ditasse suéteres como “a moda” para janeiro e fevereiro, curta shorts para junho e julho, muitas mulheres iriam futilmente aceitar usas decisões nada razoáveis. Mas quando a Igreja pede somente regras de bom senso de modéstia Cristã baseadas na natureza, elas imediatamente se opõem e recorrem a toda espécie de desculpas.

Finalmente, esta teoria de duplos padrões alavanca a concupiscência.
Uma Teologia solidamente baseada sempre enfatiza a concupiscência como um importante fator na tomada de decisão quanto à modéstia das vestimentas.

COMO ESTA TEORIA ALAVANCA A CONCUPISCÊNCIA?
Pela presunção que nos homens, que são seriamente tentados pela visão de uma mulher em shorts andando nas ruas, esta tentação subitamente diminui, põe-se dormente ou talvez morra, assim que esta mulher escandalosamente vestida pise na praia. E isto, apesar do fato adicional de desfilar na praia, e assumir outras posições sugestivas que seriam condenadas em qualquer outro lugar como indubitável sedução.

O Rei Davi foi um Santo, um homem “de acordo com o Coração de Deus”. Contudo, foi preciso apenas uma “bela banhista”, Bathsheba lavando-se, a qual ele espiou do teto de seu palácio, para subjugá-lo. Foi esta “bela banhista” que tão gentilmente acendeu em seu coração o fogo da concupiscência, de modo a levá-lo ao duplo crime de adultério e assassinato (II Samuel XI).

Hoje em dia, “belas banhistas” continuam a subjugar suas vítimas, sem considerar todas as declarações de boas intenções. Tão fisgante é a isca destas “belas banhistas” que é agitada diante dos olhos da concupiscência, que as Autoridades Eclesiásticas consideram preciso, às vezes, ameaçar os Católicos que se deixam convencer suficientemente para entrar em “concursos de beleza para banhistas” com a negação dos Sacramentos.

Acrescente-se a estas considerações o testemunho das cartas escritas por homens para a Cruzada Mariana, lamentando estas condições como impeditivas para eles desfrutarem os prazeres inocentes que uma praia poderia oferecer – e deveria haver ampla razão para abolir todos os padrões duplos ou múltiplos para vestimentas.

QUAL É A VESTIMENTA FEMININA CORRETA PARA A IGREJA E OUTROS LUGARES SAGRADOS?
A Lei Canônica requer cobertura adequada da cabeça para mulheres e moças na igreja. Uma Peça de Kleenex, um lenço de mão, ou qualquer outro substituto para chapéu ou véu completo, não cumprem com o espírito da lei.

Somente vestidos com os Padrões Marianos deveriam ser tolerados na igreja ou outros lugares sacros tais como santuários, conventos, presbitérios, etc... Não deveria ser necessário acrescentar que o uso de slacks, calças apertadas, shorts, e roupas semelhantes em lugares sacros é um insulto horrível para Deus, um sacrilégio.

Papa Pio XII sobre LEITURA IMORAL:
O Papa Pio XII condena a seguinte opinião como vã e presunçosa: “Não sou mais uma menina; não sou mais uma criança; na minha idade, descrições sensuais e visões voluptuosas já não significam nada.”.

Sua resposta é: “Vocês têm certeza que isto é verdade”? Se fosse, seria a indicação de uma perversão inconsciente. Mas não creiam jovens homens e mulheres, que vocês possam algumas vezes permitir-se, talvez em segredo, ler livros condenados; não creiam que o seu veneno possa não ter efeito. Por não ser imediato, deve ser muito mais maligno.

“Há ocasiões em que os perigos da má leitura são muito mais trágicos do que os perigos da má companhia” (Aos recém casados, 7 de agosto de 1940).
 


Enviado por Giovana Cunha



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