FOGO DO CÉU
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Artigo N.º 5447 - FOGO DO CÉU
Artigo visto 2909




Visto: 2909
Postado em: 15/06/10 às 23:06:40 por: James
Categoria: Artigos Site Aarão
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Alguém que quer ficar anônimo me mandou esta visão e vou relatar. Eu acabara de acordar pela manhã, e de repente me vejo, em mente, a formalizar uma espécie de visão. Não era por sonho, nem acontecia por vontade minha, mas sim por um estado de torpor, de impotência, que me tolhia a vontade e o pensamento. Eu me achava encostado em uma cerca divisória, como num campo, e ela fazia um ângulo de 120º. Eu estava bem no canto da cerca, de costas. O lance que se estendia para frente, estava pela minha direita.

Voltado sempre com a cabeça pela direita – não importava o lado para o qual eu estivesse voltado ali deitado no travesseiro – eu era obrigado a olhar por sobre aquela cerca, e vi aparecer duas listas, como dois rolos de pergaminho, que se desenrolavam, cada um, em frente de cada uma de minhas vistas, um na esquerda, outro na direita.
 
     Neste momento vejo que começa uma longa discussão entre as duas listas, e um estado de torpor tomou conta de mim. Não escutava o que elas diziam, sei apenas que brigavam. Também não via o que estava escrito, só sei que havia inúmeros itens em cada pauta, e eram doutrinas, ou pontos de atrito. Deitei para a esquerda, depois de costas, não importava o lado sempre eu parecia estar olhando para a minha direita, por sobre o lance da cerca, e tinha que observar a discussão das duas listas. A visão continuava.
 
      Por longo tempo – uns dez minutos – foi assim e percebi que na realidade as listas simbolizavam duas igrejas católicas, a da esquerda – antiga – e a da direita - moderna. Cada uma das listas, apresentava uma longa série de “vantagens”, como pautas de reivindicações, com os itens colocados não em ordem, mas lado a lado, separados por um traço. Na realidade, como a visão era frontal, a lista da esquerda simbolizava para mim a Igreja da Direita, e verdadeira, enquanto a outra, uma falsa igreja ecumênica e moderna.
 
     Depois de muito tempo assim, percebi que a lista da esquerda, da boa Igreja, que na realidade simbolizava a que na minha frente estava à direita, começou a ficar cada vez menor, pois algo passava em cima das letras de cada item da pauta, e à medida que os itens desapareciam, também o papel ficava menor, até que, desaparecido o último item, também desapareceu a lista que estava diante da minha vista esquerda. Penso aqui, que isso significava que, tudo aquilo que é verdade, da Santa Igreja, estava sendo riscado, apagado, sufocado para dar alugar ao falso movimento modernista, arrogante. Porque, a lista da direita continuava inteira, apenas um item foi riscado, entretanto ela continuava querendo ainda discutir. Maldita igreja que somente se reúne e discute, e não reza!
 
     Quando se apagou totalmente a lista da esquerda, vejo-me agora a olhar bem à frente. Nisso, passando da vista direita para a esquerda, vejo passar alguém, que começou a dizer assim: eu sou o mais bonito! Eu sou o mais bonito! Eu sou o mais bonito. E pude ver, de relance, um jovem branco, de uns 17 anos, que se postou bem alto, aliás enorme, bem ao meu lado esquerdo – eu na verdade não podia ver as pernas dele, pois parecia não estar plantado no chão, não tinha base e como flutuava. E num relance ele como que desapareceu, dando lugar a uma torre altíssima e pontiaguda, desafiadora, que quase tocava aos céus. 
 
     Tinha, esta falsa igreja, em cada lado, uma torre menor, também elas pontiagudas. E ele me simbolizava a Igreja da direita – e o jovem “mais bonito”, os maus seminários – desta nova e modernista igreja, tão diabólica quanto ecumênica, tão relativista quanto herege, tão arrogante como satânica, e tão teológica como desafiadora a Deus, aquela que continuava a discutir sem parar. E continua! O pai deste jovem parecia estar junto com ele, e concordava com o que ele dizia.
 
     Olhando novamente para frente, vejo surgir, na vista direita, uma pequena e bem antiga igreja de pedra, que me pareceu com aquela igrejinha de um filme de São Francisco, que há muitos anos assisti, que me voltou perfeita, à mente. Era uma pequena igreja, bem escura, com pedras negras, e sem pintura. Ela estava posta no chão e bem fundamentada. As fugas das pedras eram brancas o telhado era de cor escura,  toda envelhecida pelo tempo, e uma pequena Cruz encimava um diminuto campanário. Tudo era humildade!
 
      Neste momento, vejo sair, como de dentro da Igreja de pedra, um menino negro, de uns quatro ou cinco anos de idade, e à medida que ele apareceu a igrejinha desapareceu da minha visão, como se ele a representasse. Então, o menino negro, ao tempo em que o outro insistia em se oferecer e dizer que ele era o mais bonito, esticou o pescocinho para o lado, como a procura de seu pai, um senhor negro, que estava agora bem ao meu lado e disse assim: Deus, bom pra tu, pai! Como se dissesse: Deus é bom para ti, pai!
 
     Esta frase me emocionou de tal forma, que um jorro de lágrimas me saiu dos olhos. Havia uma ternura imensa ali, um carinho, um sentimento de humildade tal, que não havia como não se emocionar, até porque parecia uma elevada teologia, imprópria de alguém com aquela idade. Então peguei o menino no colo, olhei para ele e vi que, na realidade, tinha um rostinho de muito sofrimento, e me parecia envelhecido, cansado, com lágrimas nos olhos e com cabelos já grisalhos, como se fosse pequeno no tamanho, mas velho na idade.
 
     Então, tomeis este pequenino no colo e disse a ele assim: Menino, Deus te ama muito. Você vai se tornar um santo... Você deve ir para o seminário dos franciscanos. Disse isso, porque depois que o peguei no colo, vi-o vestido de hábito marrom franciscano e formar-se o capucho às suas cosas.
 
     Ao ouvir isso, a criança – velhinho – se emocionou sobremaneira e voltou-se para seu pai como se pedisse autorização para ir ao seminário e o velho pai, com os olhos em lágrimas de alegria assentiu com a cabeça sem dizer nada. Ambos não disseram uma só palavra, mas se entenderam. Nisso tomei este menino negro, pelas axilas, e o coloquei para o outro lado da cerca, que agora me parecia um divisor vermelho, incandescente, ou como um raio luminoso que separasse a mentira, da verdade. Quando o menino chegou ao chão, vi que ficou ali, não ele, mas a igrejinha de pedra. Ou seja, esta Igreja boa e antiga, passou por aquele jato de fogo, e não se queimou, mas ficou plantada firme no chão.
 
     Restava a Igreja alta, vistosa, que agora estava a esquerda. Entretanto, a pauta dela continuava como acusadora, sempre em minha vista direita, com apenas aquele um item apagado e ainda discutindo e parecendo falar sozinha. Teria vencido? Não sabendo que fazer, eu peguei – assim como fiz com o menino – para a minha esquerda e vi nas minhas mãos não o jovem de 17 anos, mas esta igreja nova, pintada de branco e com muitos afrescos, sendo as colunas de cor cinza. E ao tentar coloca-la também para o outro lado da cerca incandescente – que representava o limiar da verdade – ainda uma última vez se me mostrou a sua lista, e tristemente vi que continha muitas heresias. Então senti que ela não merecia ir para o outro lado, mas mesmo assim, em sinal de respeito por representar, também, a Igreja Católica, a tentei colocar no chão, do outro lado da cerca.
 
     Nisso, estando a Igreja ainda dentro de minhas mãos, vi que desceu dos céus um fogo estranho, como aquelas ondas de labaredas expelidas pelo sol, e a tal igreja começou a pegar fogo, ainda no ar, sem cair no chão, e se incandescia e soltava chispas, como uma folha leve queimava pelos ares, dentro de uma fogueira. Vi neste instante uma imensa cruz luminosa, estender os braços para o céu e como que sair, fugir, de dentro dela, como se sua alma tivesse saído do corpo. Foi isto que senti! Saiu a vida, ficou a simples rocha!
 
     E ali diante de meus olhos, vi que tudo foi consumido por aqueles jorros de fogo caído dos céus, que batiam nas pedras e se expandiam, num calor assombroso, tal que as próprias pedras se pulverizavam diante daquele fogo impetuoso, e assim desapareceu da minha vista, num último milímetro de pedra que se esvaiu. Nisso eu saio daquele torpor, e me vejo invadido por uma náusea profunda, agora bem acordado e bem consciente, algo que me repugnava, como se isso se devesse a aquela igreja vistosa que acabara de ser queimada pelo fogo do Céu. Esta foi a visão, sei lá o que!
 
     Raciocinando sobre estas coisas, me pareceu entender tudo: isso acontecerá um dia. Temos hoje a ala direita e esquerda da Igreja. Não há como dizer diferente, a divisão é entre tradicionais e modernistas. Os modernistas são uma maioria arrogante e vistosa, que quase atinge aos céus e desafia a Deus. Os padres tradicionais e santos, a Igreja de sempre, está cada vez menor e mais acuada. Suas teses são sempre rejeitadas em detrimento da doutrina modernista que sufoca tudo. Ela é a mais vistosa, a mais lida por fora, mas por dentro é podridão.
 
     Aarão fala: Virá o momento da Justiça e então esta Igreja moderna, arrogante, voltada para o mundo, será queimada, pois não duvido que caia fogo do Céu sobre ela.  Aliás, as profecias falam exatamente isto. Não dividem de que este fogo venha a consumir a maioria das igrejas de hoje – falo sim e até dos templos físicos, igrejas e catedrais – que rejeitarem o Santíssimo. Delas não ficará pedra sobre pedra, aliás, não restará nem pedra, se vier aquele fogo. Então porque duvidar que Deus fará mesmo cair sobre esta falsa igreja vistosa e voltada para o mundo? No fim ficará a humilde Igreja de Jesus, assim como Ele a fundou e sempre a quis.
 
       A realidade é que estamos confusos. A qual doutrina seguir? A qual das igrejas: A Direita ou a da esquerda? Naquela outra visão que apresentamos, sempre era pedido para nós tomarmos o caminho da direita, da Igreja antiga, da Tradição, não esta moderna e falsa de esquerda que nos querem impingir. Já diversos textos eu escrevi sobre este assunto, mas devo sempre voltar. Nós estamos na hora da decisão, e sinto que a maioria das nossas pessoas de fé, está atribulada. Elas gostariam de seguir ao seu pároco, mas como seguir a ele, se depois vem o vigário paroquial e diz tudo diferente? Bem à propósito chegou nesta manhã uma carta, nos seguintes termos:
 
     Nestes dias minha cunhada assistindo um programa de televisão no canal 11, um tal padre dizia que o inferno e o purgatório não existem, que são coisas de nossa imaginação, existia sim um lugar aonde a alma iria para pagar as suas penas. Ela me disse não sabe mais para onde caminhar! Eu lhe disse procure na Bíblia, que ali encontraria resposta para tudo. Pois bem: hoje na Missa o padre deu quase uma hora de sermão e nos implorou, que a gente não se preocupasse muito com coisas mundanas e sim com a salvação de nossa alma, pois o inferno existia sim, e que não era história em quadrinhos como todos pensam.
 
     Disse também que existia sim a perda eterna da alma, que a gente lutasse para que isso não acontecesse conosco; no final da Missa tornou a falar. Falou da apostasia na Igreja, da grande desolação em que a Igreja está. Você imagina, ele que é padre que vive dentro da fé, nos diz isso da nossa madre Igreja, ele também está sentindo a pressão. Eu pensei que ele fosse chorar, tanto que era a agonia nas palavras dele. Finalizou dizendo que aquela missa em latim, era um presente que São Paulo ganhou, e poucos sabiam das graças que viriam para nossa cidade. Foi isto!
 
     Ora, as pessoas gostariam de seguir a Igreja verdadeira. Mas vejam, um sacerdote diz que inferno e purgatório são coisas da imaginação das pessoas, outro que eles existem, e avisa sobre a perda eterna de uma alma. De posse destas duas doutrinas, os amantes da porta larga – aquela que leva à perdição – irão colher de bom grado a doutrina falsa, de que tais coisas não existem, porque isso lhes convém. Mas aqueles que conhecem o Catecismo da Igreja e o verdadeiro Deus, sabem que inferno e purgatório estão lá bem definidos e são dogmas de nossa fé. Portanto, quem os negue, é um herege, e já está excomungado da Igreja.
 
     Quando uma tal coisa acontecer, deve-se dar ciência ao Bispo, para que ele tome uma medida cabível. Este padre herege, ou qualquer leigo que negue as verdades da nossa fé, deve ser chamado atenção, e deve retratar-se publicamente, admitindo o erro. Mas onde se viu isto? A teologia da libertação, que já levou tantas almas para o inferno – que eles não acreditam que exista – já foi condenada há décadas pelo papa, entretanto continua a todo vapor a apresentar sua doutrina de maldição diante dos olhos incautos. Não adianta o Papa condenar, muitos a continuam seguindo. Como fica o povo no meio disso?
 
     Hoje mesmo, uma notícia assombrosa me fez pensar e estarrecer, quando vejo que o Papa recebeu em audiência a Kiko Arguelo, o fundador do neocatecumenato, movimento falso, que se diz Igreja, mas visa a dessacralização da Igreja. Que seria da Igreja, se este movimento herético – embora já vicejando em tantos países – fosse acolhido pelo Papa? Fará ele uma condenação pública deste movimento das sombras? Dificilmente e é disso que se aproveitam os modernistas, para incendiar o mundo com suas heresias. Claro, nós bem sabemos que o Papa deve receber com carinho a todas as pessoas que marcam e conseguem audiências com ele, entretanto este é um expediente amaldiçoado que muitos hereges usam, tentando ligar a imagem falsa de seus fundadores, ao papa, para com isso dar veracidade a sua doutrina diabólica. Cuidem com esta doutrina falsa, e não se liguem ao Opus Dei, este era um dia bom, hoje não mais. Eles que rezem e muito por Dom Escrivá, antes de querem faze-lo santo e ouçam no processo a religiosa, secretária dele!
 
     Nós temos um Catecismo em nossa Igreja Católica, editado sob João Paulo II, e ele além de continuar válido, deve ser seguido. Não precisamos, pois, das apostilas e da doutrina do caminho neo-catecumenal. Isso é coisa de seita! Qualquer vento de doutrina perniciosa, que venha afirmar ao contrário do que está definido no Catecismo, deve ser rejeitado, não importa qual eminência parda o tenha afirmado, nem mesmo um Papa. Compete então, a cada fiel, que queira se manter firme na verdade, que tenha em casa este Catecismo e nele se ancore. Sempre que a dúvida bater em sua porta, ali estará a resposta. Digo isso, porque virá o dia em que as comunicações não permitirão consultas e então cada pessoa deverá estar preparada, sozinha.
 
     Pecará, alguém, se não acreditar em seu pároco que diz que o purgatório não existe? Óbvio que não! Pecado ele cometerá se aceitar esta falsa tese, em nome da obediência! Os comandos de Hitler também alegaram obediência para se livrarem da condenação, quando julgados por seus crimes de guerra. Não adianta depois então, querer alegar diante de Deus que foi enganado pelo padre, ou por um teólogo. Estes terão certamente sua conta de loucura a pagar também, mas se o discípulo aceita a doutrina do mestre sabendo que ela fere a Doutrina e a Tradição da Igreja, ele é também réu de culpa. Pior é se a aceita, porque isso lhe convém!
 
     Como uma pessoa, em sã consciência, poderá negar a existência do demônio se Jesus afirmou que ele existe? Como é que, vendo a podridão se espalhar pela terra com essa materialização de todas as pestilências, alguém poderá dizer que tudo vai bem, que é assim mesmo, e que adiante as coisas se irão acertar por si só? Tudo seria ainda inteligível, se pelo menos na Igreja Católica a unidade se mantivesse! Se houvesse unicidade de Doutrina! Se houvesse um seguimento de santa obediência! Se pudéssemos ter confiança nos ensinamentos do padre, pois ele estaria livre de ventos modernistas, na realidade fumaça do inferno! Se os padres viessem de bons seminários! Enfim, os bons estão confusos. E nesta confusão, os ventos de mudanças, provocam muitos desastres.
 
     Maldito este sentimento de querer mudar, e mudar sempre, espírito de rebeldia que não se mantém na simplicidade do verdadeiro e exige sempre a doutrina do precipício. As pessoas vivem à procura de mestres bons para seus ouvidos, doutrinas boas para os seus caprichos, e porta larga para viver neste mundo. Nada que pregue sacrifício e salvação, nada que pregue a busca da felicidade no Céu, nada que trate das almas imortais tem atraído estas maiorias incautas e ensandecidas. Como se o coro dos hereges, porque são maioria, passe a ditar doutrina, e a criar dogma. Satã também tem por dogma supremo destruir a Igreja de Cristo e levar as almas para o inferno! E como faz isso? Suscitando os hereges, as heresias, as falsas doutrinas, a falsa igreja que exige modernidade. Herética igreja que tem pruridos nos ouvidos quando se fala em obediência, em fidelidade ao Papa, em combater o pecado, e que devemos rezar para a salvação de todos.
 
     Mas hoje, os próprios templos, nossos locais de oração, estão sendo transformados em palcos de abominação. E muitos lugares, a título de reforma da igreja, os sacrários que durante séculos estiveram sempre no centro das igrejas, são colocados nas laterais. E nós já mostramos com números que menos de 10% dos que antes vinham, na nave principal, adorar o Santíssimo, depois O vão buscar nos lugares ocultos. Os padres sabem disso e pagarão caro cada visita a Jesus que deixar de ser feita. Também as imagens estão sendo postas de lado, sob pretexto de arte moderna, e para não atrapalhar o ecumenismo.
 
     Pois bem, Buda, Confúcio, Maomé e Zaratustra, confraternizam nas trevas. O ensino deles é maldito – Salmo diz: os deuses das outras religiões são demônios – e não deve ser trazido para dentro da Igreja Católica, nem de brincadeira. Uma coisa é manter uma política de boa vizinhança, sem ataques mútuos, outra mudar os conceitos para acatar o erro. Porque querem tirar o divino e o sagrado dos nossos locais de adoração e devoção? Para ali introduzir o profano, o herético, o abominável que vem destes entes malditos. Para converter as nossas igrejas e capelas em pistas de dança para os demônios. Como se poderão confraternizar, num mesmo espaço e nível, o Deus Altíssimo, com os partidários de Belzebu? Este ecumenismo moderno é então satânico, como a falsa igreja que o prega.
 
     Há tempos atrás lembrei disso em um artigo. Certa catedral que conheci, é toda feita com motivos satânicos. Até mesmo os “anjos” que recepcionam na entrada do templo, são dois morcegos diabólicos, esqueléticos, negros, com asas de vampiro. Acreditem, a maioria das pessoas não consegue ver ali os demônios. Mas quando se mostra e elas fixam o olhar, então sim, percebem o demônio ali. Eles acham tudo normal, e o amaldiçoado os cega de tal forma, que na ingenuidade pensam ser coisa boa. Anjos, com asas de morcego e cascos? Com garras em vez de dedos? Esta a arte de satã!
 
     Pois lembro agora que aquela igreja moderna, da visão acima, era exatamente assim: um minarete triangular agudíssimo, a apontar para o Céu em desafio. Eu disse naquela ocasião que, quando Jesus voltar, certamente esta catedral irá parar no fundo dos oceanos, ou mergulhar quilômetros terra adentro. Pois agora, com a visão do fogo descendo dos céus, e queimando aquela falsa igreja sem fundamento divino, acredito que todo aquele concreto será também pulverizado pelas chamas da Ira do Altíssimo. Dela não restará nem pó. E de todas as outras iguais, nada restará. Quem viver, verá!
 
     Acreditem, restará apenas uma Igreja pobre e simples. Há catedrais revestidas de ouro e prata? Se nelas não houver adoração, ou não houver o Santíssimo, o fogo dos Céus as irá devorar. Existem obras de arte que valem bilhões de dólares? Pergunte se elas servem para o culto a Deus ou para extasiar turistas? Neste caso, nem as fotos que eles tiraram ficarão para mostrar, pois “das coisas passadas não mais terão lembranças”. Apostem naquelas pequenas eradas do interior, nas pequenas vilas e povoados escondidos entre os montes – fujam para as montanhas – ali, onde houver adoração, o fogo será proibido. Onde o Santíssimo permanecer, ali permanecerá a igreja da Rocha de Pedro!
 
     Sim, uma vez o anjo vingador verificava as portas e batentes para ver as marcas de sangue do cordeiro, e passava adiante nas casas marcadas. Agora a presença viva do próprio Cordeiro será a marca, o sinal que evitará a espada do anjo da morte. Onde houver uma pequenina Igreja, com uma lâmpada acesa, junto a um sacrário, ali a morte passará adiante, o fogo não a atingirá. Ali também, os ferozes exércitos do anticristo não encontrarão para seus estragos e perseguições. Nestas vilas, ou nestas humildes casas, milhões de anjos e almas as guardarão, até que passe o tempo da ira e venha a Paz.
 
     E dou um exemplo disso: Conta-se que na guerra, dois pilotos foram enviados para bombardear a cidade de Pietralcina, onde estava frei Pio, e não a conseguiram achar. Ao voltarem sem cumprir a missão, foram fuzilados por desobediência. Então mandaram outros que não a conseguiram achar também e miraculosamente ele foi preservada. Pois assim também acontecerá no futuro com os locais escolhidos por Deus, não somente as capelas onde estiver o Santíssimo, mas também as casas de família onde a adoração se mantiver. Estes locais privilegiados não serão achados pelos destruidores.
 
     Ficará, como vimos naquela visão e firmemente plantada, apenas a Igrejinha de Assis, - e todas as poucas iguais a ela – aquela humilde construção de pedra e fugas brancas, para uma posteridade que pode ser eterna. Virá o dia do Senhor, contra as torres elevadas, e as montanhas de orgulho. Serão inteiramente arrasadas, e suas portas, altas como são, incendiadas. Assim, de nada valeram os sofrimentos dos povos, e em proveito do fogo esgotaram-se as nações (Jr 51, 58). Que adianta levar 600 anos para construir uma soberba Igreja, se de dentro dela se expulsou a Deus Altíssimo?
 
    Eis o grito do profeta Amos:  Porei fogo aos muros de Gaza... Porei fogo aos muros de Tiro...Porei fogo em Temã...Porei fogo aos muros de Rabát... Porei fogo a Moab... Porei fogo a Judá... Acaso, se o fogo da Divina Ira atingir a todas estas cidades rebeldes, haverá de poupar as paredes e até os fundamentos desta casa “onde meu nome foi invocado”?. Se foi, já não é mais. Se não é mais local de adoração e culto ao verdadeiro Deus, então que as chamas as consumam e para sempre.
 
     Na Nova terra, não precisaremos destes templos de turismo, fotos e artes. O demônio é que gosta de arte moderna, torta como ele, feia como ele, burra como ele... Ó sim, se ele fosse inteligente, adoraria a Deus. Há muitos não inteligentes o seguindo no mesmo erro: Os que pregam esta falsa igreja moderna, que o fogo dos Céus há de consumir em breve. Rezemos pelo Papa Bento XVI, ele precisará de muitas orações.
 
Aarão


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