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Artigo N.º 6382 - 30 TESTEMUNHOS
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Postado em: 09/10/10 às 21:43:24 por: James
Categoria: Artigos Site Aarão
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Nós estamos vivendo tempos terríveis para a verdade. Nos inúmeros textos que tenho escrito, sempre procurei mostrar este aspecto, fato que São Pedro nos lembrou na sua carta, alertando que chegaríamos a um tempo onde o caminho da verdade seria caluniado. Este tempo é hoje, onde toda a fúria infernal se abate sobre a terra, dando vida a este espírito corruptor e mentiroso que hoje impera coisa jamais havida antes na terra.

Como cristão cabe a todos dar testemunho da verdade até as últimas conseqüências, doa a quem doer, mas não como força de disputa, apenas como clareza da verdade maior. Trata-se de defender não uma verdade pessoal, mas aquela verdade que os documentos de nossa Igreja Católica relacionam; aquilo que nosso Catecismo define o que a nossa fiel Tradição contempla, e sempre, aquilo que as Escrituras estabelecem. 
 
     Percebemos que existe um confronto entre a mentira e a verdade, e muitas vezes o fiel católico é induzido ao erro, por palavras cheias de astúcia e fingimento (II Pd 2, 3), que não contemplam verdades, mas intrinsecamente contém mentiras. Grande parte destas astúcias fingidas se destina a deturpar o sentido do pecado, de banalizá-lo, quando se chega ao absurdo de proibir por lei humana – em nome da não discriminação – a quem se revolte contra o pecado. Assim vamos resumir e ressaltar bem 30 posições:
 
01 > A Igreja, hoje e ontem, sempre combateu de forma decidida ao pecado. Jamais, porém, ela se voltou contra a pessoa física do pecador; que deve ser tratado como filho de Deus, e reconduzido amorosamente ao seu seio pelo sacramento da reconciliação. Não se pode jamais evocar como ato discriminatório, aquele que acusa o pecado – mas preservando a pessoa do pecador – porque seria tolher dela o ministério sagrado que Deus lhe confiou: combater o pecado que mata as almas e as afasta Dele! Assim...
 
02 > Não se pode jamais discriminar a pessoa física do homossexual, que deve ser tratado como filho de Deus, desde que não se entregue a prática nefasta deste desvio moral de conduta – pública ou escondidamente – ato que as Escrituras muito claramente condenam. Porque se não pudermos condenar ao pecado da prática homossexual, não poderemos também condenar ao pecado de roubo, sequer de assassinato. Um pai, uma mãe e a Igreja têm o direito inalienável de preservar seus filhos deste mal, esclarecendo que se trata de algo antinatural e pernicioso, que não deve ser seguido. Pois...
 
03 > O ato, o pecado da prática do homossexualismo, é um ato ofensivo a Deus, porque nega obstinadamente o princípio criador e gerador da vida, uma vez que a união entre duas pessoas do mesmo sexo é estéril, não gera a vida. Se todos os homens se unissem maritalmente apenas com homens e se todas as mulheres se unissem somente com mulheres, em poucas décadas se extinguiria a raça humana. E por esta prática ser pecaminosa a Igreja a desaprova, pois mata o corpo e leva a alma à perdição. Nós temos já tratado aqui com diversos homossexuais, num alto nível de caridade, e alguns deles fizeram um extraordinário caminho de conversão e retorno, para sua plena alegria. Mais...
 
04 > Embora se arroguem ao direito da adoção de crianças, esta prática é igualmente condenada pela Igreja, porque desnorteia o sentido a vida e fere profundamente ao seu princípio gerador natural. Da mesma forma a união civil entre parceiros do mesmo sexo é proibida pela Igreja, porque desvirtua o preceito divino do casal cristão e destrói a família natural: pai, mãe e filhos gerados no amor! E não é preconceito combater o que a destrói, nem o que mata as almas! Está é sem duvida a suprema prova de amor cristão!
 
05 > Por outro lado, condenável e repugnante é a discriminação – esta sim a verdadeira discriminação – por questões de raça, de cor da pele, posição social, ou menor capacidade intelectual ou qualquer defeito físico do corpo ou da índole da pessoa. Porque tais atos ofendem profundamente à pessoa física do portador. Então a Igreja condena aqui mais uma vez o pecado de quem discrimina, que ela o separa da pessoa do pecador. Uma sociedade que aceita o pecado e o defende com leis, assina seu atestado de morte.
 
06 > Aborto: por negar também a vida, o aborto deve ser condenado seja qual for a forma ou o motivo pelo qual seja executado, e diante de Deus nem mesmo o estupro o justifica. Este crime é um ato de extremo ódio, porque atinge a face do Altíssimo, sendo bem pior que o crime de assassinato comum. São condenáveis também os atos de todos os que praticam o aborto, sejam médicos, sejam parteiras. E por ser crime, tal ato deveria ser punido fisicamente, pela justiça humana. Mas o será decididamente pela divina! Que se ponham alerta as sociedades que aprovaram as leis do aborto! Seus dias estão contados!
 
07 > Eutanásia: como o aborto, também a eutanásia é condenável, até porque ela pode descambar para uma espécie de genocídio, numa sociedade que tende a livrar-se das pessoas que lhe são pesadas ou trazem altos custos de manutenção. A Igreja, porém é contra a manutenção exagerada da vida, quando isso implica em testes que usem a pessoa como cobaia de experiências, com fins de promoção pessoal, não de caridade. No mesmo sentido a ortotanásia – desligar aparelhos de doentes terminais – deve ser muito bem vigiada, porque pode gerar uma cadeia de mortes num verdadeiro genocídio.
 
08 > Células embrionárias: igualmente as pesquisas com células tronco-embrionárias devem ser combatidas, porque na realidade eliminam uma vida humana a pretexto de manter outra. Não se pode fazer uso de material extraído de abortos praticados para pesquisas – um ato criminoso – porque a vida vem antes, e esta pertence ao Criador não à criatura. A Igreja não é contra o progresso, nem contra as pesquisas com células tronco extraídas do cordão umbilical, ou da medula do próprio paciente.
 
09 > Ecologia: aqui, a pretexto de preservação a vida animal, está embutido um projeto terrivelmente pernicioso, que visa equipar e até sobrepor a vida animal irracional, sobre a infinita preferência da vida humana. A preservação do meio ambiente é um dever de todas as pessoas, porque ele interfere grandemente na nossa vida. Entretanto, tudo deve ser feito tendo como objetivo maior sempre o homem, e a busca de sua integridade, jamais sobrepondo a ele o bem estar das bestas irracionais. Isso é odioso, pois tem se tratado esta questão como se o homem fosse um animal abundante e até pernicioso – que não faz mal matar – prova que isso objetiva de fato eliminar a vida humana a longo prazo.
 
10 > Zoofilia: Este caminho de verdadeiro horror do homem atual tem levado aos extremos mais horripilantes, onde nações como a Dinamarca fazem plebiscitos – ato que atesta o nível de degradação da raça humana – para permissão da zoofilia, a prática do sexo com animais. Temos aqui mais um fator de negação da vida, além de uma aberração monstruosa, pois aqui não preserva o animal irracional, que é levado pelo homem – racional? – à prática de um ato contra sua natureza. Este ato é abominável, e é fator de perda eterna de almas, que deve ser condenado e jamais se pode legalizar. Qualquer país que fizer isso será um dia fulminado pela ira de Deus, e com todos os seus habitantes!
 
11 > Animais de estimação: Acontece hoje, em todo mundo, verdadeira explosão de um amor exacerbado pelos animais, das mais diferentes espécies, os chamados “animais de estimação”. Deus nos deu o direito ao domínio sobre as bestas de qualquer espécie, tudo, porém dentro de certos limites naturais. Quando um ser humano chega ao extremo de sobrepor seu amor natural pelos elementos de outra espécie, subverte o plano divino e se encontra num caminho perigoso. Quando este extremo chega ao ponto de a pessoa tratar o animal por filho, ela decididamente escolheu desvincular-se da filiação divina, porque os animais não são filhos. Nem se fale nos gastos assombrosos que são feitos com estes animais, fato que clama aos céus pelas crianças que morrem de fome.
 
12 > Liberdade: Há uma grande confusão no mundo de hoje, e isso em grande parte tem a ver com o excesso de liberdade. O homem busca tenazmente ser livre, libertar-se de tudo que prende e amarra, entretanto é preciso ter consciência que este tipo de liberdade plena não existe. Porque a minha liberdade de fazer, de ser e de ter implica sempre na recíproca que leva ao outro. Liberdade total vira então libertinagem, vira exacerbação de todos os instintos, que não mais diferencia o homem das bestas do campo.
 
13 > Cultura: Milhares de escritos, programas e livros buscam incentivar a cultura, e para isso o homem despende verbas fenomenais. Mas devemos crer que tudo isso é quase inócuo, porque não enche barriga, e muito menos leva para Deus. Não me adianta nada a vastidão de todos os conhecimentos, ciências e técnicas, se isso não me eleva um átimo em direção ao conhecimento supremo, especialmente se não me dá uma gota sequer de Sabedoria, a arte de buscar Deus. Toda cultura humana morrerá de velhice, ou se afogará na própria burrice. Não vale a pena gastar tutano com culturas e dados. Tudo bobagem!
 
14 > Arte: Outro vício pernicioso, outro argumento do mal é vinculado à arte. Existe uma arte santa, boa e louvável, aquela que imita a arte suprema do Autor de toda arte. Mas o que impera hoje é uma arte repulsiva, retorcida, escabrosa, horripilante que valoriza o tortuoso, o torpe imaginário e a imagem repelente. Esta arte não vem de Deus e lhe é de todo abominável, porque na verdade satiriza a perfeição divina e zomba da beleza e da perfeição Daquele que fez tudo, e viu que era bom tudo o que fez. O cristão verdadeiro não deve ligar-se neste tipo de escabrosidade, porque ela contamina e causa mal estar. Afinal, nenhuma arte repulsiva conduz ao Céu!
 
15 > Moral: A moral engloba todos os comportamentos humanos que agradam a Deus. Se um ato ofende ao Altíssimo ou fere a dignidade da pessoa humana, se torna então em algo imoral e pecaminoso, que é proibido pela divina lei. A moral não brota de qualquer conceito humano, nem novo nem antigo, mas tem origem em Deus, que sabiamente já colocou, em cada homem e intrinsecamente, um selo indelével destes atributos. Como que por instinto o homem sabe quando ofende a moral, quando burla a Lei divina. Pois há nele uma consciência livre, que não pode ser sufocada sem ferir a Lei maior. A moral deve então ser defendida por todos os cristãos, de forma intransigente e decidida.
 
16 > Ética: A ética pretende ser uma variante da moral e engloba os comportamentos que agradam ao homem. Ela não provém de Deus, antes pretende suplantá-lO, como Lúcifer o quis fazer com a “ciência do bem e do mal”. Enquanto a moral é de origem divina, portanto eterna e imutável, a ética pode ser mudada de acordo com a vontade do homem, nas diferentes eras. A ética é, portanto, a moral dos homens, o que não implica necessariamente numa verdade, em algo justo e perfeito. E por isso descamba facilmente para a podridão moral e a devassidão espiritual. Porque a ofensa moral encontra barreira na Justiça divina, enquanto a ofensa ética, nem sequer encontra punição na lei humana. Até porque muda ao sabor dos ventos, e ao sabor da devassidão dos povos. Um governo “ético” rouba e é absolvido! Mas todo governo sem moral será condenado no dia do Juízo!
 
17 > Fraternidade: Esta palavra não faz parte do vocabulário de Deus, porque Dele vem apenas o Amor cristão. A simples fraternidade é um conceito vago de amor, que não implica em fidelidade absoluta, sequer num compromisso de fé. Não implica, porque ela pode ser usada para justificar comportamentos, que na verdade são atos superficiais. A fraternidade pode ser interesseira, pode ser fingida, enquanto o amor cristão implica num compromisso de amor e fé, em algo desinteressado e profundo, que significa dar a vida pelo irmão. Quantos crimes e pecados se cometem em nome da fraternidade!...
 
18 > Solidariedade: Outro termo vago, difuso, superficial, solerte que veio para substituir a caridade cristã. Eu efetivamente posso ser solidário, sem ser caridoso. Entretanto é impossível que eu seja caridoso conforme o conceito de Deus, agindo de forma superficial e interesseira. Eu posso praticar a solidariedade internacional ajudando vítimas das guerras ou da natureza em fúria, mas colocando uma enorme placa de minha empresa no monte de donativos. E enquanto a televisão mostra o monte, faz propaganda da marca. E isso não é caridade perfeita, apenas solidariedade farisaica. Então deve ser banida do vocabulário dos cristãos, e nunca usada nos documentos da Igreja. A ela se aplica muito mais o largo gesto do fariseu, que o óbolo da viúva.   
 
19 > Direitos e obrigações: Existem muitos conceitos de direito uma palavra que implica também em inúmeras contradições. O importante frisar é que a todo direito corresponde uma obrigação. O direito que me cabe, vai até onde chega o direito do outro. Se todos os homens são iguais em direitos diante da lei, são também iguais nas obrigações. Não existem cidadãos com mais direitos, nem com mais obrigações que os outros. O grande problema é que os homens querem apenas usufruir dos direitos, o que faz gerar toda esta monumental cadeia de injustiças sociais, onde alguns se locupletam de quase tudo, ao tempo em que uma imensa maioria chafurda na miséria. Assim, nossos deputados acham que têm direito de aumentar seu já monstruoso salário em 91%, enquanto negam que o salário mínimo possa aumentar 10%. E por aí vão juízes, e presidentes!...
 
20 > Religião: Todo homem deve ser livre para professar sua fé, para crer naquilo que ele acha ser melhor. Todo homem tem direito de pregar sua fé, mostrando com argumentos e fatos a verdade daquilo em que acredita. Uma fé não pode ser imposta, nem se pode coibir a uma pessoa livre de acatar a fé que outros professam. De converter-se! De buscar o Verdadeiro e único Deus do Amor! Jamais se poderá justificar também, qualquer guerra em nome de Deus, porque isso não é fé e sim vandalismo espiritual. Já defender sua fé até mesmo com o martírio pode ser uma prova de dignidade extrema, de alguém que luta até o limite por aquilo que acredita. De outra parte, quem expressa sua fé pelas armas, pelas ameaças, pela pressão, na verdade tumultua o conceito universal de Deus. Uma fé imposta pela opressão é a expressão máxima da tirania, e uma violação das mais degradantes do direito de consciência.
 
21 > Ecumenismo: Se falamos hoje em fé, temos que citar este conceito hoje tornado em artifício maligno de desvirtuamento da fé. Na realidade o ecumenismo é algo impossível, é utópico. Qualquer religião, que se disponha a desfazer-se de seus conceitos, de seus dogmas, de suas posições doutrinárias em troca de outros, imediatamente coloca em sua testa um selo de falsidade. Se os protestantes se unirem em fidelidade aos católicos, imediatamente estarão dando ao mundo uma prova de seu erro. E ninguém quer admitir erros, porque sabe que isso implica em admitir que viveram até ali um deus mentira. Só os tolos católicos é que não perceberam este ardil! Eles aceitam mudar, no que vão contra as disposições do Santo Padre, que não autoriza a quebra de nenhum princípio, nenhuma mudança doutrinal ou de rito, e jamais aquela dogmatizada e definida para sempre.  Devemos então combater como falso este ecumenismo entreguista, que relativiza a fé, e nivela por baixo todos os credos. Ele só desagrada a Deus enquanto faz a festa do diabo.
 
22 > Teologia morta: A chamada teologia da libertação é talvez o maior câncer jamais posto na Igreja pelo demônio. Em certos aspectos, ela pode ser considerada bem pior do que o protestantismo, porque enquanto este se separou da Igreja e foi proliferar nas águas rasas, aquela se enquistou dentro da Igreja, e empurra para fora a verdade. Esta falsa igreja social é condenada pelo Catecismo da Igreja Católica, como uma forma de ateísmo, porque visa a condução do homem para a terra, enquanto a verdadeira Igreja deve levar para a eternidade. Porque a Igreja de Jesus sabe que buscando ao celeste com afinco, obterá com sobras e acréscimos todo o necessário para a vida terrena. Esta falsa teologia é uma raiz de ódio, que tem origem vermelha e tem sede de sangue. Ela barra os céus aos que querem entrar, e dificulta a vida terrena, pois não é dado ao homem suprir e sim somente a Deus. Deve, pois, ser combatida e sepultada! E Deus a sepultará em breve!
 
23 > Mistura política: Falo da perniciosa mistura da Igreja com a política. Trata-se de um outro câncer mortal, outra raiz de ódio e segregação, que desvirtua a missão da Igreja na terra e trava a caminhada do cristão para o Céu. Jesus jamais Se envolveu com os políticos, antes bateu firme neles, porque já então corruptos, já então longe dos caminhos de Deus. O fiel católico, como cidadão consciente deve participar da vida política, jamais, porém envolvendo a sua santa Igreja, porque isso à conspurca. Na realidade, a opção por um partido político, com seus estatutos, implica em sectarismo, em tomada de posição antagônica, enquanto a missão da Igreja é unir todos os crentes, no mesmo rebanho do Altíssimo. E trazer esta divisão para dentro da Igreja, é trazer a desunião, a desconfiança, em especial a sujeira. Porque se um partido político pugna por questões que a Igreja condena, fatalmente estará se auto-excluindo dela porque falta grava. Exemplo: pertencer e votar em partidos que aprovam o aborto, a eutanásia, o casamento gay, entre outros.
 
24 > Mistura com o povo: Quem analisar com profundidade o Concílio Vaticano II, poderá sintetizar seu resultado em poucas palavras: abertura para o povo! A igreja pretendeu então se abrir, misturar-se com todos. Abrir suas portas aos leigos, pensando que esta seria a forma de atrair as massas. E num primeiro momento pareceu ser o caminho. Mas hoje o que vemos é que o povo engoliu o clero que se despiu. Os padres se tornaram povo, e dentro dele sumiram, se tornaram comuns demais. Disse-me ontem um sacerdote: na Igreja sou padre, no meio do povo sou povo! E lhe respondi: e o povo o engoliu! E na realidade a Igreja encolheu e o povo sumiu! O fato é que na Igreja o padre é um sacerdote a serviço de Deus, no meio do povo deve ser Deus em serviço. Ele não é padre para estar no meio e sim na frente, ser líder conduzindo o povo, na caminhada rumo ao eterno. É por isso que o Papa Bento XVI quer voltar atrás: padre no sacrário, no confessionário e no colo de Deus, com isso o povo vai para os braços do Pai.
 
25 > Teologias: Quem leu o aviso que coloquei noutro dia no site, leu que dos 64 grandes que estão no Purgatório maior, 61 deles o são por causa de teologias. Sua conta é tão pesada, que á mais difícil de ser paga às vezes, do que a de um milhão de almas, mesmo do Grande Purgatório, como se vê pela via sacra da anistia. Tudo pelo imenso prejuízo espiritual causado à Igreja por suas variações e desvios doutrinários. O orgulho de criar uma teologia diferente, de mudar a face de Deus Único, é certamente um caminho dos mais perigosos, porque normalmente para estes a porta é a do inferno. Quem não crava os joelhos no chão, que não se meta a criar fantasias teológicas: o risco de cair nos braços do maldito é enorme. E milhares fizeram isso! Por isso, devemos ficar sempre naquele velho, mas gostoso “feijão com arroz” doutrinário: “Amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a si mesmo!”. Isso basta, é o começo e é o fim de tudo, pois dão o Céu!
 
26 > Semear: Compete ao fiel católico testemunhar sua fé com a própria vida. Nós somos chamados a levar todos à verdade da nossa Igreja com destemor e decisão, sem nos atemorizarmos com a gritaria do mundo, nem com os dedos apontados para nosso rosto, nem as espadas para o coração. Não somos obrigados a mudar a cabeça de ninguém, mas simplesmente lançar a semente, sem nos importarmos em que campo ela vai cair. Porque compete ao Espírito Santo executar a obra e fazer frutificar, para a grande colheita do Pai Eterno. E ela será tão mais abundante, quanto maior for a largueza da semeadura. Nossos livros estão aí para isso, e milhares são as conversões que lhes dão testemunho.
 
27 > Confiança: Uma das coisas que mais atrapalha a caminhada do cristão é a absoluta falta de confiança naquilo que se executa. Tudo começa com a oração que pede, mas feita por um coração que não confia. Deus quer que lhe peçamos as coisas, entretanto sabe do que precisamos e sempre atenderá da melhor forma. O pedido deve vir acompanhado de um testemunho de fé, jamais de uma lamuria desconfiada. Milhares de pedidos são feitos assim, e por isso não são contemplados com a graça da solução. Afinal, a grande e maior prova de confiança, é entregar-se totalmente nas mãos de Deus, sem pedir absolutamente nada, deixando que se faça em nós apenas a Sua vontade. É espetacular saltar no escuro!
 
28 > A caridade: Nós acima explicamos a brutal diferença que existe entre a solidariedade e a verdadeira caridade cristã. Deus nos chama sim, a atender as necessidades básicas de todos os necessitados de pão e de justiça, entretanto a via única para cumprirmos esta missão passa antes pelo espiritual. Buscai primeiro a Deus! O resto virá por acréscimo! Mas os homens não atinam com esta fórmula de perfeição, e buscado o resto, tentam obstinadamente suprir eles mesmos, as necessidades materiais dos irmãos, quando isso compete somente a Deus, que a todos sustenta. Por isso, cada vez mais os homens mergulham na miséria. Porque se colocam eles, pessoalmente, diante dos suprimentos. A verdadeira caridade é salvar almas, é conduzir para Deus. Porque todo homem saciado de Deus, é saciado de bens, de emprego, de moradia, de tudo o que precisa para viver.
 
29 > O perdão: O perdão é a chave que abre as portas da salvação! É também a chave que parte os grilhões, as cadeias da alma, permitindo a liberdade plena. Sem antes o perdão dos homens, não acontece o perdão de Deus. Sem o perdão de Deus, não existe salvação possível, pois a via contrária conduz à perdição eterna. O perdão é também a faca que corta as amarras de satanás, que perde totalmente o domínio pela alma. Porque ele é o ódio personificado, e a falta de perdão é filha dileta do ódio. Quem não perdoa, de fato odeia! E se odeia não tem parte com Deus! Um alerta: para que se complete o ciclo do perdão, é preciso que a pessoa que foi ofendida peça o perdão, mesmo que custe muito. Do contrário, nunca se terá a certeza plena da quebra do vínculo.
 
30 > O amor: Por último deixamos o amor! Sempre tenho dito: o amor é a medida de todas as coisas! Nós somos diariamente pesados e medidos por ele! O amor tem forma, tem largura, tem cumprimento e tem peso, ilimitados. Não é algo restrito e sim pode ir até o infinito em cada sentido. Deus não nos medirá pela caridade em si, mas sim pelo amor com que a fazemos! Ele não nos medirá pelas obras físicas, mas pelo amor de salvação com que nós tratamos as pessoas. E quanto mais desinteressado for, mais profundo será seu efeito, mais portentoso o seu resultado. O amor é o vínculo com Deus, que é Amor pleno! Pois como a Palavra diz, posso dar todos os meus bens aos pobres, e posso me deixar arder em chamas, sem amor verdadeiro isso de nada adianta. O testemunho de fé, sem dúvida, é uma extraordinária prova de amor, porque cumpre os dois requisitos: amor ao irmão, e amor a Deus. E quem testemunhar a Jesus diante dos homens, verá Ele testemunhar a seu favor diante do Pai Eterno. E está próximo este dia!!
 
     Temos aí 30 itens de suporte, que nos fazem pensar, meditar, e nos preparar para os dias nebulosos que se aproximam. Na verdade, tudo leva a crer que seremos privados de todas as luzes do mundo. Não teremos mais apoio humano, nem logístico. Não teremos mais internet, nem correios, nem livros, nem Bíblia, nem Catecismo, nem artigos que nos possam esclarecer. Tudo será cortado, queimado, destruído, e não duvidem que hordas a serviço de satanás o façam isso um dia. Em sua e minha casa! Temos na sala duas imagens de Jesus e Maria, e cada vez que minha esposa olha para elas, as vê partidas em cacos! Isso acontecerá no amanhã, e não distante. E acontecerá em muitos lugares!
 
     Justo por isso é preciso agora armazenar em nossas mentes o sentido da verdade, do ser verdadeira Igreja, porque assim, quando os homens nos confrontarem, o Espírito Santo nos encherá de palavras de Sabedoria, às quais eles não conseguirão rebater. O tempo desta perseguição será curto e deve durar apenas alguns meses, mas será dura prova de fé para nós todos. A verdade de Jesus prevalecerá na verdadeira Igreja!
 
     Mas confiemos em Deus, embora sem ficar inertes e parados, sim buscando aprender e viver a verdade desde já. Em breve Deus fará novas todas as coisas, e o fará com certeza e apenas em virtude das súplicas dos justos. Que sejamos contados entre eles!
 
Arnaldo


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